Hey

Meu nome é ALEXANDRE RODRIGUES. Sou um escritor, redator, jornalista, tradutor e roteirista com mais de 10 anos de experiência e que mora em Porto Alegre, mas trabalha com pessoas, histórias e empresas de todo o mundo. Também sou mestre em Escrita Criativa pela PUCRS.

Minha carreira foi desenvolvida nas áreas de jornalismo e também editorial e publicidade. Fui redator e editor no jornal Zero Hora e no portal Terra, coordenador de programação na Campus Party Brasil e editor na revista Galileu e no site Cabine Literária. Colaboro com os cadernos Ilustrada e Ilustríssima na Folha de S. Paulo, Valor, , Trip e Piauí. Escrevi roteiros para a Coelho Voador, fui redator publicitario  revisor na Centro e produzo textos para a Companhia das Letras. Fui ainda redator e revisor na agência Centro, além de ter produzido conteúdo online como freelancer para  New Content (SP) e Cyrela, entre outras.

Escrevi o livro de ficção Veja se você responde essa pergunta.  Além de dar aulas de criação literária, escrevo de maneira mais ou menos constante aqui e aqui.

Para um CV mais detahado, clique aqui ou em “Quem sou” aí em cima.

Anúncios
Post Destacado

The Dude sobrevive

IMS

460dude

Se quisermos pensar na obra dos irmãos Joel e Ethan Coen como uma coisa só, o tema recorrente é o “peixe fora d’água”. Pode ser algum ingênuo, como o protagonista de Na roda da fortuna, arrogante (Barton Fink), cínico (Ajuste final), charmoso (O amor custa caro), deprimido (O homem que não estava lá), perdido (Um homem sério), um criminoso incompetente (Arizona nunca mais), se achar mais esperto do que realmente é (Onde os fracos não têm vez) ou simplesmente um fracasso completo (Fargo), a mecânica é quase a mesma e cada um deles está perdido nas garras de um esquema qualquer onde cedo ou tarde terá de pagar um alto preço por isso. O grande Lebowski não destoa.

 

 

 

Fique preocupado. Muito preocupado

fique preocupadoValor

Os empregos se foram. A sociedade se divide entre um pequeno grupo de engenheiros e gerentes, a elite que comanda os softwares e robôs responsáveis por todo o trabalho antes destinado à força humana, e uma legião de lixeiros e policiais, as únicas oportunidades de trabalho que sobraram para a imensa maioria de desempregados, que vive em uma versão degradada de Nova York. Distopia sobre a automação, o cenário – pano de fundo de “Revolução no Futuro”, romance de 1952 do americano Kurt Vonnegut (1922-2007) – soa profético diante de estudos e debates acadêmicos atuais.

Nesta semana, durante o Fórum Econômico Mundial, encontro anual de Davos, nos Alpes suíços, foi apontado que a quarta revolução industrial – inteligência artificial, robótica, impressão 3D, nanotecnologia e outras tecnologias -, de fato, pode resultar em perda de cinco milhões de empregos nos próximos cinco anos.

O Grande Crash

intercept.jpg

Intercept

E não importa quanta bobagem Trump faça na Casa Branca ou diga no Twitter: as bolsas sobem forte desde sua posse.

Brasileiros conhecem bem essa situação.

As economias crescem e a alta das bolsas do mundo todo – a exemplo dos últimos PIBs da ex-presidente Dilma Rousseff – são sustentadas no dinheiro farto e numa taxa de juros ultra baixa, e não numa boa gestão. É como dopar um camundongo. É lógico que ele vai correr mais rápido, mas uma hora o coração explode. Mesmo assim, tudo o que políticos e investidores não querem é parar com o doping.

Artista dos números

marian

Revista Piauí.

Seu talento para os números só se revelou no ensino médio. Antes disso, quando tinha 13 anos, um professor desestimulou que ela seguisse carreira na matemática, pois não levava jeito para fazer contas. Deve ter se espantado quando, em 2014, a aluna que lhe parecia irremediável se tornou a primeira mulher no mundo – e a primeira pessoa nascida no Irã – a ganhar a Medalha Fields, considerada o Prêmio Nobel da matemática.

Quando gênios colidem

tesla.jpg

Blog da Companhia das Letras 

Tesla era um dínamo de ideias: excêntrico, profundo conhecedor da ciência e mais preocupado com as grandes invenções do que em ganhar dinheiro. Edison, mais inventor do que cientista, foi também um homem de negócios e criador de um dos primeiros laboratórios de pesquisas da história, o lendário Menlo Park, em Nova Jersey, onde uma equipe de engenheiros foi responsável por criações como o primeiro projetor de cinema e o fonógrafo. Era quase inevitável, vivendo na mesma época, o final do século XIX, que eles se tornassem competidores. Mas esse choque de gênios foi muito mais longe.

 

 

Compro cabelos

COMPRO CABELOS

 

Revista Piauí

Conduzindo a filha Michele, 12 anos, pelo braço, Gisela Braga atravessa, ainda desconfiada, a porta de entrada de uma sala do Esqueleto, edifício do Centro de Porto Alegre conhecido por sua aparência inacabada – está para ser terminado desde 1959. Ambas ostentam uma longa e densa cabeleira preta solta sobre os ombros e são levadas por um agenciador, Eliseu Soares Jr., que é quase completamente careca. Era uma manhã de dezembro quando as duas saíram de casa em Cachoeirinha, na região metropolitana, rumo à capital gaúcha, com uma ideia na cabeça: vender os cabelos.

 

Dez anos sem Kurt Vonnegut

vovnnegut

Folha de S. Paulo

Eram os anos 1950. Kurt Vonnegut (1922-2007) foi trabalhar como repórter da revista “Sports Illustrated” e recebeu a missão de cobrir uma prova de hipismo. O futuro autor de “Matadouro 5” acompanhou a prova, voltou para a Redação e, por horas, encarou a máquina de escrever. Finalmente datilografou “o cavalo pulou a porra da cerca”, entregou ao editor e foi embora para nunca mais voltar.

A narrativa final

dilma_puaiu_abril_17

Revista Piauí

Em 30 de agosto de 2016, às vésperas do afastamento da presidente Dilma Rousseff, o senador Jorge Viana, do PT do Acre, questionou: “Como a história nos julgará?”, disse, dirigindo-se aos demais parlamentares. Menos de um ano depois, pode-se contar com uma pista e ela não é esclarecedora.

Blog no WordPress.com.

Acima ↑