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Meu nome é ALEXANDRE RODRIGUES. Sou um um escritor, redator, jornalista, tradutor e roteirista com mais de 10 anos de experiência e que mora em Porto Alegre, mas trabalha com pessoas, histórias e empresas de todo o mundo.

Minha carreira foi desenvolvida nas áreas de jornalismo e também editorial e publicidade. Fui redator e editor no jornal Zero Hora e no portal Terra, coordenador de programação na Campus Party Brasil e editor na revista Galileu e no site Cabine Literária. Colaboro com os cadernos Ilustrada e Ilustríssima na Folha de S. Paulo, Valor, , Trip e Piauí. Escrevi roteiros para a Coelho Voador, fui redator publicitario  revisor na Centro e produzo textos para a Companhia das Letras. Fui ainda redator e revisor na agência Centro, além de ter produzido conteúdo online como freelancer para  New Content (SP) e Cyrela, entre outras.

Também sou mestrando em  Escrita Criativa pela PUCRS e escrevi o livro de ficção Veja se você responde essa pergunta.  Além de aplicar oficinas de ficção, escrevo de maneira mais ou menos constante aqui e aqui.

Para um CV mais detahado, clique aqui ou em “Quem sou” aí em cima.

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Post Destacado

Artista dos números

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Revista Piauí.

Seu talento para os números só se revelou no ensino médio. Antes disso, quando tinha 13 anos, um professor desestimulou que ela seguisse carreira na matemática, pois não levava jeito para fazer contas. Deve ter se espantado quando, em 2014, a aluna que lhe parecia irremediável se tornou a primeira mulher no mundo – e a primeira pessoa nascida no Irã – a ganhar a Medalha Fields, considerada o Prêmio Nobel da matemática.

Quando gênios colidem

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Blog da Companhia das Letras 

Tesla era um dínamo de ideias: excêntrico, profundo conhecedor da ciência e mais preocupado com as grandes invenções do que em ganhar dinheiro. Edison, mais inventor do que cientista, foi também um homem de negócios e criador de um dos primeiros laboratórios de pesquisas da história, o lendário Menlo Park, em Nova Jersey, onde uma equipe de engenheiros foi responsável por criações como o primeiro projetor de cinema e o fonógrafo. Era quase inevitável, vivendo na mesma época, o final do século XIX, que eles se tornassem competidores. Mas esse choque de gênios foi muito mais longe.

 

 

Compro cabelos

COMPRO CABELOS

 

Revista Piauí

Conduzindo a filha Michele, 12 anos, pelo braço, Gisela Braga atravessa, ainda desconfiada, a porta de entrada de uma sala do Esqueleto, edifício do Centro de Porto Alegre conhecido por sua aparência inacabada – está para ser terminado desde 1959. Ambas ostentam uma longa e densa cabeleira preta solta sobre os ombros e são levadas por um agenciador, Eliseu Soares Jr., que é quase completamente careca. Era uma manhã de dezembro quando as duas saíram de casa em Cachoeirinha, na região metropolitana, rumo à capital gaúcha, com uma ideia na cabeça: vender os cabelos.

 

Dez anos sem Kurt Vonnegut

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Folha de S. Paulo

Eram os anos 1950. Kurt Vonnegut (1922-2007) foi trabalhar como repórter da revista “Sports Illustrated” e recebeu a missão de cobrir uma prova de hipismo. O futuro autor de “Matadouro 5” acompanhou a prova, voltou para a Redação e, por horas, encarou a máquina de escrever. Finalmente datilografou “o cavalo pulou a porra da cerca”, entregou ao editor e foi embora para nunca mais voltar.

A narrativa final

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Revista Piauí

Em 30 de agosto de 2016, às vésperas do afastamento da presidente Dilma Rousseff, o senador Jorge Viana, do PT do Acre, questionou: “Como a história nos julgará?”, disse, dirigindo-se aos demais parlamentares. Menos de um ano depois, pode-se contar com uma pista e ela não é esclarecedora.

Um incêndio em Teerã

Revista Piauí

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Foi Elghanian quem construiu o Plasco numa região onde ainda hoje predominam edifícios pequenos. O nome do prédio aludia à fábrica de plásticos. Nos andares mais altos, instalaram-se escritórios. No térreo, inaugurou-se um shopping center em que havia enormes tanques com peixes, ornamento que os iranianos adoram.

Uma Copa, uma memória e uma história bem estranha

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Puntero Izquierdo

Contar o que já foi dito muitas vezes nem sempre cobre toda uma história. Alguns eventos parecem destinados a produzir continuamente novos detalhes, sugerem que nunca será possível uma versão definitiva. É possível que a Copa de 50 seja um evento destes, produzindo novos fatos até que nenhum sobrevivente esteja mais vivo. Mesmo assim virão aqueles que os conheceram e também quem só leu a respeito. Mas esta não é uma história simplesmente de futebol.

Menos é mais

menos e mais

Valor

Como os movimentos artísticos do século passado que lhe emprestam o nome, o minimalismo do século XXI prega a redução do estilo de vida ao essencial. O fenômeno ganhou uma vertente importante a partir da digitalização da cultura e da internet. As músicas se tornaram MP3, descartando os CDs. Serviços como o Netflix, que passam filmes em “streaming”,

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